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14a BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SAO PAULO

Em colaboração com Renato Anelli, Jera Guarani, Karina Souza, Marcos Cereto e Clevio Rabelo

A 14ª edição da Bienal de Arquitetura de São Paulo teve como tema os EXTREMOS: arquiteturas para um mundo quente. Vivemos em um mundo de eventos climáticos extremos e o limite para a vida humana, o ponto de não retorno, nos espreita no horizonte. Se a arquitetura tem parte na produção dos extremos do clima, do uso de recursos e da injustiça climática, qual é o papel da arquitetura para reverter esse cenário? Enfrentar problemas extremos demanda soluções também extremas, radicais. Elas podem estar na ponta da ciência e da tecnologia. Ou podem estar no outro extremo, nas margens: nas respostas que emergem nas periferias das cidades ou nos saberes tradicionais conservados nas aldeias, nos quilombos. Propostas produzidas no interior dessas diferentes formas de conhecimento, bem como pelo diálogo, fricção e aprendizado mútuo entre elas, propõem novos caminhos para enfrentar o aquecimento global e adaptar o habitat humano aos extremos climáticos com que já convivemos.

Obliqua

© 2017 por Marcella Arruda

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